
Portugal, essas mudanças fizeram-se sentir sobretudo nas últimas três décadas e tiveram grandes repercussões na composição socioprofissional da população portuguesa, com relevo para a crescente feminização da população activa e modos de organização da vida familiar.
Neste período, a taxa de participação feminina no mercado de trabalho aumentou significativamente, atingindo os 60% no ano 2000, meta preconizada pela Estratégia de Lisboa para 2010. Outro dado relevante é a proporção de casais com filhos que trabalham a tempo
inteiro (67%). Com efeito, as ocupações a tempo parcial, designadamente as das mulheres, são das mais reduzidas a nível europeu. São dados surpreendentes, se tomarmos em conta que ainda possuímos Ver mais...
O problema é que nós temos leis e montes de entidades a trabalharem nestas áreas, mas as empresas nõe estão sensibilizadas para isto! Quem se queixar numa empresa que não tem tempo para conciliar o trabalho com a família corre o risco de não ter mais o contrato renovado o é despedido ao mais pequeno motivo... Estas entidades deviam dar acções e palestras nas empresas para haver mais sensibildiade e ouvirem os problemas dos trabalhadores. Nos países nórdicos as pessoas dão prioridade às familias, aqui só contam as empresas e o lucro.
ResponderEliminarMaria